À medida que os ambientes de endpoints se tornam mais distribuídos, as equipas de TI adicionam frequentemente ferramentas para resolver problemas específicos, como aplicação de patches, inventário, acesso remoto, monitorização, gestão de tickets e relatórios. Cada ferramenta pode ter uma finalidade, mas quando esses sistemas estão desligados entre si, a gestão de endpoints torna-se mais difícil de coordenar.
Quando os dados dos endpoints, a gestão de patches, a resolução de problemas, o acesso remoto e os relatórios estão divididos por sistemas desconectados, cada um deles torna-se mais moroso e dispendioso. Então, como podem as equipas de TI lidar com a proliferação de ferramentas e melhorar a gestão de endpoints? Vamos explorar.
O que significa a proliferação de ferramentas na gestão de endpoints
A proliferação de ferramentas ocorre quando as equipas de TI têm de depender de demasiados sistemas desconectados para gerir tarefas de endpoint. Como estas ferramentas não estão integradas nem partilham informações, os técnicos têm de alternar constantemente entre elas apenas para realizar tarefas simples, o que pode fazer com que contexto ou dados importantes passem despercebidos.
O problema não é apenas o número de ferramentas que uma equipa possui. Em vez disso, é quantas são necessárias para concluir um único fluxo de trabalho de endpoint, transformando o trabalho rotineiro em problemas de coordenação.
Por exemplo, a sua equipa de TI pode estar a ter dificuldades com a proliferação de ferramentas se tiver:
Uma ferramenta para inventário
Uma ferramenta para o estado dos patches
Uma ferramenta para acesso remoto
Uma ferramenta para alertas ou monitorização
Uma ferramenta para relatórios ou emissão de tickets
Scripts separados ou passos manuais para remediação
Quando todas estas ferramentas estão desconectadas, os fluxos de trabalho regulares tornam-se numa série complicada de tarefas desarticuladas que exigem alternar constantemente entre programas.
Porque é que as ferramentas desconectadas atrasam o trabalho com endpoints
Ferramentas desligadas entre si são mais do que um simples incómodo ou inconveniente, pois podem levar a sérios problemas de desempenho e eficiência. A proliferação de ferramentas cria vários obstáculos à gestão de endpoints, incluindo:
1. Cada transferência cria fricção
Sempre que um técnico precisa de alternar entre ferramentas, rever informações e reconstruir o contexto, perde-se tempo valioso que poderia ser usado para ajudar o utilizador final com os seus problemas. Isto não só atrasa cada tarefa, como também cria novas oportunidades para erros e gera sérios entraves à produtividade.
2. Os dados dos endpoints tornam-se mais difíceis de confiar
Quando dados como inventário, estado dos patches, saúde dos dispositivos e histórico de remediação são todos mantidos em sistemas separados, pode ser difícil perceber qual é o mais preciso e atualizado. Isto torna os dados menos fiáveis e mais difíceis de verificar, o que pode provocar mais atrasos ou fornecer aos agentes informação desatualizada para trabalhar.
3. O acompanhamento manual aumenta
Com ferramentas desconectadas, as equipas de TI precisam de verificar manualmente se as ações funcionaram corretamente, atualizar sistemas ou acionar etapas num fluxo de trabalho. Embora uma pilha de ferramentas ligada e integrada possa acionar estas ações automaticamente, a proliferação de ferramentas apenas aumenta a complexidade e o trabalho manual.
Como a proliferação de ferramentas mantém as equipas reativas em vez de proativas
Um dos maiores problemas da proliferação de ferramentas é a forma como dificulta a identificação, priorização e resolução de problemas. Como resultado, problemas menores podem escalar rapidamente e transformar-se em trabalho de manutenção urgente.
A proliferação de ferramentas pode levar a vários problemas de manutenção, incluindo:
As falhas de patch demoram mais tempo a localizar e verificar.
As vulnerabilidades são mais difíceis de priorizar quando os dados de risco, estado dos dispositivos e correção estão distribuídos por várias ferramentas.
Os problemas de saúde dos dispositivos são descobertos tarde, muitas vezes depois de os danos já estarem feitos.
A correção depende de coordenação manual, em vez de automação.
Os técnicos passam mais tempo a alternar entre ferramentas do que a resolver problemas.
A pesquisa da Splashtop concluiu que os fluxos de trabalho fragmentados são uma das razões pelas quais muitas equipas de TI continuam presas num estado intermédio de automação parcial. As ferramentas podem estar implementadas, mas os fluxos de trabalho desconectados podem manter o trabalho diário nos endpoints em modo reativo.
Porque é que a proliferação de ferramentas torna a automatização mais difícil de confiar
De facto, a proliferação de ferramentas pode ser um grande obstáculo à automatização, reduzindo a eficiência e a fiabilidade. Como resultado, as organizações que procuram uma gestão automatizada de endpoints terão dificuldade em concretizar todos os seus benefícios e poderão até gastar mais tempo a ajustar-se à proliferação de ferramentas do que aquele que poupam com a automatização.
Existem várias razões pelas quais a proliferação de ferramentas dificulta a automatização adequada, incluindo:
1. A automatização precisa de visibilidade clara
Quando as equipas de TI implementam ferramentas de automação, precisam de ver que tarefas foram executadas automaticamente, que dispositivos foram afetados e se a tarefa foi bem-sucedida. A proliferação de ferramentas torna isto muito mais difícil, uma vez que as tarefas muitas vezes precisam de ser realizadas em vários dispositivos que não comunicam entre si, mantendo a visibilidade limitada, na melhor das hipóteses.
2. A automatização precisa de fluxos de trabalho consistentes
Quando os fluxos de trabalho estão divididos por diferentes ferramentas, a automatização torna-se muito mais difícil de gerir e muito menos escalável. As ferramentas de automatização exigem fluxos de trabalho consistentes que avancem sem problemas de etapa para etapa, o que não é possível quando têm de aceder a soluções desconectadas.
3. A automação precisa de controlos
As equipas de TI precisam de controlo robusto sobre o seu software de automatização, incluindo controlos de políticas, definição de âmbito, aprovações, registo e relatórios. Sem isso, não podem ter a certeza de que as ferramentas de automatização são fiáveis, especialmente em ambientes maiores. A proliferação de ferramentas torna este nível de controlo extremamente difícil.
Como são os melhores fluxos de trabalho de endpoints
Assim, se a proliferação de ferramentas cria maus fluxos de trabalho e uma má gestão de endpoints, qual é a alternativa? Um bom fluxo de trabalho de endpoints deve ser simplificado e conectado, com visibilidade e controlo claros em todas as etapas. O resultado final deve incluir:
Ligue a visibilidade à ação: Uma boa gestão de endpoints inclui tanto a visibilidade sobre os endpoints como a capacidade de agir rapidamente. As equipas devem conseguir passar da identificação de um problema à sua resolução sem alternar constantemente entre ferramentas.
Reduza verificações de dados duplicadas: Um fluxo de trabalho consolidado de gestão de endpoints mantém todas as informações importantes num único local de fácil acesso. Informações essenciais, como o estado dos endpoints, informações sobre patches e resultados de remediação, devem ser fáceis de verificar sem ser necessário consultar várias fontes.
Normalize fluxos de trabalho repetíveis: As tarefas devem ser normalizadas para poderem ser executadas com um fluxo de trabalho simples, especialmente quando automatizadas. Assim, tarefas comuns como aplicação de patches, remediação, relatórios e suporte remoto devem seguir processos consistentes em toda a empresa.
Use a automatização com controlos claros: A automatização é uma ferramenta valiosa para melhorar a rapidez, a eficiência e a fiabilidade, mas também requer controlos robustos. A automatização deve incluir visibilidade, definição de âmbito, aprovações (quando necessário) e relatórios de resultados para garantir eficácia e resultados consistentes.
Priorize os fluxos de trabalho, não apenas as ferramentas: Ter a ferramenta certa para o trabalho é apenas metade do desafio; ter bons fluxos de trabalho implementados também é essencial para a gestão de endpoints. Lembre-se: o objetivo é reduzir o atrito no próprio trabalho, especialmente em tarefas de grande volume como aplicação de patches, resolução de problemas e manutenção.
Como o Splashtop AEM ajuda a reduzir a proliferação de ferramentas de endpoint
Uma boa gestão de endpoints requer uma solução unificada que reúna as operações de endpoint num fluxo de trabalho conectado, com visibilidade, controlo e automação. É aqui que entra o Splashtop AEM (Autonomous Endpoint Management).
Splashtop AEM fornece automatização e controlo em ambientes de endpoint, incluindo gestão de patches, insights baseados em CVE, relatórios de inventário e remediação. Isto ajuda a reduzir a proliferação de ferramentas ao reunir fluxos de trabalho essenciais de gestão de endpoints num só lugar, ao mesmo tempo que melhora a visibilidade, a rapidez e a execução.
Splashtop AEM inclui:
Visibilidade centralizada em todos os endpoints, para que tudo possa ser gerido a partir de um só lugar
Gestão de patches do SO e de terceiros para ajudar a identificar atualizações disponíveis, automatizar a implementação e acompanhar o estado dos patches nos endpoints.
Informações sobre vulnerabilidades com base em CVE para ajudar as equipas a identificar e priorizar vulnerabilidades nos endpoints.
Relatórios de inventário, incluindo versões de hardware, software e SO.
Automatização e remediação baseadas em políticas para resolver problemas e manter os dispositivos seguros em conformidade com a política da empresa.
Fluxos de trabalho de suporte remoto ligados à gestão de endpoints, para que os agentes possam diagnosticar problemas e prestar suporte rapidamente a dispositivos remotos a partir de qualquer lugar.
Como resultado, as equipas de TI podem reduzir as transferências entre ferramentas, melhorar a visibilidade e agir com menos necessidade de acompanhar manualmente tudo.
Descarregue o relatório de pesquisa completo
A proliferação de ferramentas pode fragmentar a visibilidade, dificultar a automação e transformar a remediação numa luta demorada. Quando os agentes de TI têm de alternar constantemente entre ferramentas desconectadas, o seu trabalho é afetado, reduzindo a eficiência em toda a organização.
O relatório de investigação da Splashtop, Stuck in the Middle: Why Most IT Teams Can’t Get Past Reactive Endpoint Management, explica como os fluxos de trabalho fragmentados afetam as operações de endpoints e o que as equipas podem fazer para avançar para processos mais proativos e automatizados.
Transfira o relatório de investigação da Splashtop para saber como as ferramentas desconectadas contribuem para um trabalho reativo com endpoints e que medidas podem ajudar as equipas a avançar para operações mais conectadas e proativas.





